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O meu filho não gosta de ler! E agora?

O meu filho não gosta de ler

Partilhamos dicas para que as vossas abobrinhas descubram o prazer da leitura.

O Expresso, o Plano Nacional de Leitura 2027 e a McDonald’s quiseram entender os hábitos de leitura dos portugueses e para isso entrevistaram mais de mil portugueses com filhos.

Deste estudo conjunto tiraram-se várias conclusões interessantes: felizmente, 67% das crianças têm o hábito de ler pelo menos uma vez por semana, mas, ainda assim, a leitura é apenas a 5ª atividade favorita dos miúdos. E ainda existem aqueles mais de 30% que não têm por hábito pegar num livro, muito provavelmente porque não gostam de ler ou porque não descobriram ainda o quanto a leitura pode ser divertida.

Se os vossos filhos fazem parte desse número, não desesperem: partilhamos algumas dicas para que as vossas abobrinhas passem de não-leitores convictos, ou de leitores-por-obrigação, a pequenos ratos de biblioteca!

Leitura forçada é leitura condenada

leitura forçada

Parece contraditório, mas se querem incentivar as vossas crianças a ler não podem forçá-las a fazê-lo. Se as crianças associarem a leitura a uma obrigação ou a um castigo dificilmente vão pensar em ler por escolha e iniciativa, num momento futuro.

A leitura pode e deve ser incentivada como algo bom, não como uma consequência negativa de uma falha. O ser humano é um animal de desafios, mas também de respostas mecânicas de defesa: se sentirmos que algo é mau para nós, e um castigo é sempre mau, vamos rejeitá-lo automaticamente.

Por isso, associem a leitura a momentos de recompensa, e não de punição. Dependendo da idade das crianças, incentivem-nos a sentarem-se convosco para lerem em conjunto – já conversámos com especialistas para perceber como contar uma história de forma divertida – ou deixem livros estrategicamente colocados pela casa, que sirvam quase como um convite a um momento de leitura mais tranquilo, mas nunca infeliz.

Insistam, persistam e nunca desistam

happy meal readers 2020

O que seria do amarelo se todos gostássemos da mesma coisa, não é? Se a criança diz que não gosta de ler pode estar a dizer-nos, na verdade, que não gostou mesmo nada daquele-livro-que-a-tia-avó-ofereceu-no-natal-e-que-era-de-facto-um-bocadinho-chato. Tal como nós, as abobrinhas têm preferências por temas, estilos narrativos, livros com mais ou menos ilustrações.

Experimentem incentivar a leitura com livros relacionados a temas de que as crianças gostem muito. Ou deixem-nos escolher o livro na Biblioteca ou numa loja. Se queremos que as crianças olhem para os livros com um olhar interessado, temos que tornar o processo interessante, e isso começa precisamente na busca pelo livro certo.

Expliquem às crianças que existe “liberdade leitora”, ou seja, que não vem mal nenhum ao mundo se não gostarem da história do livro x e quiserem começar antes o livro y. Quem nunca abandonou livros que atire a primeira pedra…

Depois de uma experiência positiva, o mais certo é que, por auto-iniciativa, a criança peça para ler mais, e vá trilhando assim o seu caminho pelas estantes de casa. Era perfeito que todos começassem por Saramago, não era? Não vai acontecer…

O que pode acontecer – temos a certeza de que é uma aposta certeira – é os miúdos apaixonarem-se pela leitura depois de se cruzarem com a coleção “As aventuras dos Gémeos Pinheiro-Bravo”. Estes livros giríssimos, que são oferecidos na compra de um Happy Meal, em alternativa ao brinquedo, são a aposta da McDonald’s Portugal para 2020, no âmbito do programa Happy Meal Readers.

A cada oito semanas são lançados dois novos livros, da autoria da escritora britânica Cressida Cowell, reconhecida mundialmente e autora do best-seller “Como Treinares o teu Dragão” e também do anterior programa Happy Meal Readers “As Aventuras dos Gémeos Treetop”. São 12 volumes exclusivos que irão transportar os leitores para o mundo debaixo de água, pela neve e pelo gelo, através da selva e das planícies para estudar animais em vias de extinção.

O exemplo é o pai de todas as leituras

o meu filho não gosta de ler exemplo

O pai, a mãe e a família inteira, na verdade!

Não vale a pena incentivarem os vossos filhos a ler se, depois, se sentam no sofá agarrados ao telemóvel ou a ver uma série qualquer. As crianças são esponjas: absorvem tudo aquilo que fazemos e dizemos, de bom e de mau. Por isso, experimentem sentar-se com um livro que vos agrade – ou uma revista, o jornal também é uma boa opção – e esperem pela reação.

É muito possível que, mais dia menos dia, tenham companhia nas leituras. E, ao mesmo tempo, estão a relaxar dos stresses do dia a dia, a estimular o desenvolvimento do vosso cérebro (estamos sempre a aprender!), a reforçar e a ganhar conhecimento, além de a incentivar a criatividade. No fundo, são tudo benefícios que vos ajudarão, e às crianças, a enfrentar com outra disposição as restantes tarefas da rotina.

Mais do que mostrar-lhes que leem, conversem sobre a leitura com as crianças, criem momentos em família em que falam sobre essas mesmas leituras. Falem da história do livro que está na vossa cabeceira, expliquem-lhes os benefícios da leitura e que, às vezes, precisam de ler para saber mais sobre determinado assunto e melhorar o vosso trabalho, mas que também crescem como pessoas com as lições que retiram das páginas dos livros.

Uma Aventura no Mundo Mágico dos Livros

mercado azul

O estímulo visual é muito importante para o exemplo mas também para o entusiasmo: não sentem bichinhos nos dedos quando entram numa livraria e veem aquelas prateleiras infinitas recheadas de volumes coloridos e novos? O mesmo pode acontecer com as abobrinhas se visitarem uma biblioteca ou uma livraria focada em obras para crianças.

Há muitas livrarias infantis em todo o país que podem visitar. São locais incríveis cheios de imagens e de histórias bonitas, e vão servir como palco para que as crianças se possam apaixonar pelo mundo mágico dos livros. Já tentaram promover este programa em família?

Amigos que leem são amigos para sempre

o meu filho não gosta de ler

Se os amiguinhos dos vossos filhos gostam de ler, usem essa paixão como um incentivo na vossa casa! Uma ideia muito gira é a de criarem um mini-clube de leitura para que, todos os meses, os miúdos possam escolher um livro para lerem e, depois, discuti-lo em conjunto.

Ofereçam a vossa casa como local de encontro para estes mini-clubes de leitura e assumam o papel de moderadores da conversa, mas conversem com os pais das outras crianças para discutir a possibilidade de tornar este encontro mais dinâmico e interessante. Um mês na nossa, um mês na vossa, e amigos como sempre!

É muito mais provável que as crianças achem muito mais fixe ler se souberem que os amigos, as pessoas mais fixes de todo o universo, gostam de ler também.

Também lhe pode interessar:

– 7 formas de estimular a leitura nas crianças

– Os benefícios da leitura na infância: quais são?

– Leitura em suportes digitais: sim ou não?

– 5 dicas para ajudar as crianças a aprender a ler

2 comentários em “O meu filho não gosta de ler! E agora?

  1. Marcelo Tabach Fevereiro 12, 2020

    Este artigo é sensacional! Na nossa “luta”diária eletrônicos x livros com os miúdos, suas dicas me orientam em várias direções.
    Obrigado!

    1. Dani Gonçalves Fevereiro 12, 2020

      Olá, Marcelo.
      Ficamos muito contentes com as suas palavras!
      Força aí nessa luta, continuaremos a ajudar.

      Saudações abobrinhas 🙂

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