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Como educar financeiramente os nossos filhos?

Como educar financeiramente nossos filhos?

Muito do que os nossos filhos são é um reflexo da educação que lhes transmitimos. Valores, princípios e hábitos estão incluídos, tal como muitos outros aspetos, na passagem de testemunho de pais para filhos. Também em matéria de gestão financeira existem lições básicas que devemos ensinar, ainda que devamos ter consciência de que as formas de transmitir aos nossos filhos o valor do dinheiro variam consoante a idade das crianças. 

A partir dos 3 ou 4 anos, e através de exemplos práticos, as crianças são já capazes de entender o valor do dinheiro. Explique a importância de poupar e os riscos de gastar o dinheiro de imediato. Pode começar por dar 1 euro todas as semanas para incentivar à poupança e criar-lhes uma noção mais prática de dinheiro. 

Entre os 7 e os 10 anos, conversar com a criança é fundamental de forma a definir, com precisão, quais as despesas que são cobertas pela semanada/mesada e que tipo de encargos serão pagos à parte (livros escolares, material escolar, aulas de apoio, roupa, etc.). Ou seja, é esta a altura ideal para incutir responsabilidade financeira à criança, tendo em conta as suas necessidades diárias (a senha do almoço na escola, por exemplo), mas também para explicar que há despesas que os pais continuam a ter com a sua educação e bem-estar. 

Os 10 anos são o momento em que pode definir que a semanada/mesada começa a ser apropriada para os gastos diários, como lanches, revistas e coleções, carregar o telemóvel,  mas também para poupar (deve poupar-se 10% do valor da mesada, segundo o Ei, o portal de Educação Financeira do Grupo Montepio). Os pais não devem impedir os filhos de gastar o dinheiro, para que estes aprendam por si a geri-lo da melhor forma, mas deverão promover incentivos à poupança e evitar dar montantes extra.

Não se deve confundir resultados escolares com mesada – os nossos filhos têm sempre necessidades, com boas ou más notas. Se o seu filho pedir um aumento de mesada, deverá perceber as razões que motivam o pedido e analisar se esse aumento é mesmo necessário ou antes resultado de má gestão. É para isso necessário definir as despesas cobertas pela semanada/mesada e os restantes encargos pagos à parte. Se achar que o dinheiro que dá ao seu filho é suficiente para cobrir as suas necessidades, então identifique com ele, de forma calma e ponderada, onde é que o dinheiro está a ser gasto e que estratégias aplicar para que seja feita uma melhor gestão dos valores.

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 Este artigo teve o apoio do Montepio

 

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