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Pais, não envergonhem os vossos filhos: 5 situações a evitar no Regresso às Aulas

Pais, neste Regresso às Aulas portem-se bem! Regresso às aulas continente

Os pais vão continuar a ser pais, não é? Conheçam os 5 piores cenários aos olhos dos nossos abobrinhas e vejam a campanha mais divertida deste Regresso às aulas.

Quem nunca envergonhou os filhos no portão da escola que atire a primeira pedra, não é?

“Mãe, muito menos!” deve ser a frase mais utilizada em contexto escolar depois da mítica “o meu cão comeu o TPC”, e nem vale a pena negarmos o óbvio.

O mais engraçado é que, um dia, fomos nós as crianças coradas, a prever as piadas dos nossos colegas, e a jurar que NUNCA! seríamos como os nossos pais. Pois é, pela boca morrem os pais perfeitos…

No entanto, e como sabemos o quão constrangidas e humilhadas as crianças se podem sentir, reunimos os 5 piores cenários possíveis aos olhos das nossas abobrinhas. Se não quer ter que lidar com umas “trombas infernais” durante uma semana, nem ser visto como a criatura mais ridícula à face da Terra, evite estas situações e ganhe o prémio de Mãe ou Pai mais cool de sempre.

Inho inho inho.

Todas as cartas de amor são ridículas, já dizia Fernando Pessoa (Álvaro de Campos, no caso) com alguma razão, ele que chamava “Bébézinho do Nininho-ninho” à sua amada Ofélia. Não faça como o poeta e deixe os “amorzinho” em casa: se há coisa que o seu filho vai odiar é ser tratado de forma íntima, infantil, ou ambas, à frente dos amigos. Faça-o sentir-se crescido. Trate-o pelo nome e converse normalmente com ele, como faria com um adulto.

Olha os namorados, primos e casados…

Não-faça-isso. Simplesmente não faça, a sério. Se a sua filha falar de um coleguinha especial em casa, jamais em tempo algum pense que a deixará feliz se se meter com o miúdo na escola, lhe disser olá, sorrir para ele ou até se respirar no mesmo espaço do que o dito cujo. Não quebre a confiança da sua filha – ou filho, claro! -, que melhor do que ninguém decidirá quando e se quer expôr os seus sentimentos.

Ainda se lembra do quão a sério levava as paixões de criança, não é? Assolapadas…

Mesmo que sejam “namoradinhos” oficializados, a regra mantém-se. Não faça comentários engraçados e lide com a criança como o faria com qualquer outro amigo ou amiga. No momento, pode parecer-lhe apenas uma brincadeira, mas se lhe pedem que “não conte a ninguém”, então não pode mesmo contar.

Não existem abraços grátis.

Eles são muito crescidos e independentes. Não se esqueça desta premissa e jamais cairá em tentação, amén. Por mais que gostem do colinho da mamã e dos mimos do papá, temos 99% de certeza de que as abobrinhas aí de casa preferem manter os beijos e os abraços num âmbito mais privado, muito obrigada.

Deixe os miúdos no portão da escola sem despedidas efusivas. Aliás, se não sair do carro, melhor. E não se sinta triste ou descartável: apostamos consigo em como será o seu filho a procurar mimo espontaneamente, quando menos esperar. E vai saber-lhe pela vida!

Não seja Inspetor da Polícia Judiciária.

Sempre sonhou ser Inspetor da PJ e andar por aí com o Max a interrogar suspeitos, mas acabou atrás de uma secretária das 9h às 17h? É a vida – há um Austronauta dentro de cada um de nós e não é por isso que estamos sempre no mundo da Lua, não é? Não responda…

Fazer mil perguntas aos miúdos, à frente dos amigos, e sem lhes dar tempo para respirar, não é uma boa ideia.

Se quer que o seu filho construa uma frase com sentido e mais do que duas palavras, guarde os “Então, papaste tudo?”, “Gostaste do lanchinho que a mamã te mandou?”, “O teste correu-te bem? Estavas tão nervoso…”, para o carro ou para a mesa do jantar.

Respeite-os…

… e “porte-se bem” neste Regresso às Aulas. Se sabe que os miúdos ficam incomodados com determinadas atitudes, não as tenha. Não pense em convidar alguém para jantar convosco sem antes perguntar, nem mesmo a “melhor amiga do universo”, porque os miúdos são voláteis e mudam os conceitos como quem troca de cuecas. Jamais entre na sala para entregar algo que ficou esquecido. Não diga “porta-te bem”, já agora, e muito menos faça piadas secas para se armar em jovem. Ah, e não dance, não seja alegre nem efusivo. Basicamente, torne-se o Homem Invisível.

Só na escola. Não custa assim tanto. E um dia mais tarde divirta-se ao vê-los tornarem-se exatamente iguais a si.

E se não conseguir deixar de ser fiel a si próprio… não faz mal.

Os pais vão continuar a ser pais, mas as crianças vão poder regressar às aulas em grande estilo com o Continente, que tem tudo aos preços mais baixos. Mochilas, artigos de papelaria, roupa para diferentes ocasiões e até mobiliário, para que todos possam encontrar aquilo que desejam.

O que rende é ir ao Continente!

Regresso às Aulas Continente

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