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ROTINAS POSITIVAS: Viver em Família é um prazer!

ROTINAS POSITIVAS: Viver Família é prazer

Dificilmente nos esquecemos de dizer “bom dia” aos colegas de trabalho ou de lavar os dentes depois do jantar, porque integrámos estas (e outras) rotinas no nosso dia-a-dia.

Uma forma desafiante de construir tempo de qualidade com os nossos filhos é estabelecer rotinas familiares positivas.

As rotinas positivas têm como objectivo acrescentar momentos de prazer às vivências familiares e melhorar os relacionamentos.

Duas sugestões práticas:

TEMPO ESPECIAL

Uma das coisas mais estimulantes que os pais podem fazer pelos filhos é passar, regularmente, algum tempo especial com eles.

Este tempo pode ser usado com diversos tipos de actividades desde que sejam gratificantes e promovam bem-estar (conversar, dançar, brincar, jogar um jogo, fazer um lanche ou praticar uma actividade desportiva em conjunto, dar um pequeno passeio…)

É importante que as crianças saibam exactamente quando é que podem contar com esse tempo que lhes é especialmente dedicado.

Para que todos possam desfrutar plenamente de uma boa relação, dever ficar regrado que não é permitida a interferência do telemóvel, televisão ou computador nestes momentos especiais!

REUNIÕES DE FAMILIA

As reuniões de família devem ser momentos privilegiados de partilha e cooperação, que aumentam a proximidade entre todos. Os conflitos familiares, que não exijam solução imediata, podem ser incluídos na agenda para reflexão em família. Algumas das vantagens destas reuniões:

  • Envolver as crianças na resolução de problemas relevantes para si
  • Libertar os pais do desagradável papel de juiz
  • Estreitar os laços entre pais e filhos

Algumas “regras” a ter em conta:

  • As reuniões devem acontecer semanalmente
  • Todos os participantes podem levar questões para o debate
  • Sugere-se que no início haja um momento de partilha daquilo porque cada um está grato (ajuda a recordar e apreciar algumas coisas que habitualmente damos como adquiridas)
  • As decisões devem ser tomadas por consenso
  • Não devem ser usadas como forma de dar sermões ou lições de moral
  • As reuniões devem terminar de forma descontraída, por exemplo, com um jogo em conjunto

 

Alexandra Frias (Técnica Superior de Educação)

Nuno Francisco Maia (Psicólogo)