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Coleção de puzzles solidários “Aldeias de Crianças SOS”

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Entretenimento e aprendizagem num só jogo - e ainda vão estar a ajudar!

A coleção de puzzles “Aldeias de Crianças SOS” é composta por três quebra-cabeças destinados ao público infantil, dos quais uma percentagem das vendas (6%) se destina aos projetos de ajuda a crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade.

Os puzzles que formam a coleção “Aldeias de Crianças SOS” contam com ilustrações de artistas de diferentes partes do mundo e foram concebidos para várias idades.

Animais, por Julien Chung

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É composto por dois puzzles de 20 peças cada um. O ilustrador canadiano Julien Chung apresenta os seus característicos animais nas situações mais divertidas. A partir dos 3 anos.

Paris e Londres, de Apanona

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Convida a viajar com a imaginação até duas grandes capitais europeias. Através das ilustrações de Laia Orriols, visitamos Londres e Paris em dois puzzles de 48 peças. A partir dos 4 anos.

Mapa-múndi, por Sean Sims

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Uma viagem de 200 peças através de lugares e culturas do planeta. A ilustração ficou a cargo do Britânico Sean Sims. A partir dos 6 anos.


A coleção de puzzles ‘Aldeias de Crianças SOS’, é composta por três quebra-cabeças destinados ao público infantil, dos quais uma percentagem das vendas (6%) se destina aos projetos de ajuda a crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade.

 A Aldeias de Crianças SOS foi fundada em 1949 e está atualmente presente em 135 países. A missão das Aldeias de Crianças SOS é cuidar, em família, de crianças desprotegidas, ajudando-as a moldar o seu futuro, desenvolvendo e inserindo-se positivamente em comunidade. A organização providencia cuidado a longo prazo a crianças que não podem estar com as suas famílias biológicas e fortalece as famílias de crianças em perigo de serem retiradas às suas famílias.

Foi fundada logo após a Segunda Guerra Mundial, na Áustria, por um senhor chamado Hermann Gmeiner, e a ideia original era a de dar uma família e um lar às crianças órfãs e abandonadas, no período do pós-guerra.

Em Portugal existem desde 1964, e actualmente têm 3 Aldeias a funcionar em pleno – Bicesse, Gulpilhares e Guarda. Nesta última, mas também em Oeiras e em Rio Maior têm também um programa de fortalecimento familiar.

Em termos mais práticos como é que eles operam?

Por um lado existem as Aldeias SOS, onde recebem crianças que foram retiradas aos pais pelo Estado Português. Nesse caso as crianças são inseridas em contexto familiar. Vivem numa casa, com outras crianças na mesma situação e é uma ‘mãe’ SOS, que se ocupa de todos, e que trabalha dia-a-dia para ser uma nova referencia para estas crianças, recriando uma família. Exactamente como uma mãe faria. Uma casa, uma vida estruturada, um lar. O objectivo é o de simular ao máximo a estrutura familiar, para que estas crianças tenham ferramentas para que sejam autónomas financeiramente, proporcionando-lhes uma educação, mas mais importante que isto para que estas crianças possam confiar nos adultos, e possam um dia criar a sua própria família.

Por outro existem os programas de fortalecimento familiar, em que a palavra-chave é a prevenção, para que não seja necessário intervir de forma mais extrema, afastando as crianças da sua família. As equipas das Aldeias de Crianças SOS trabalham com os pais de crianças em risco, dotando-os de capacidades parentais e prevenindo assim qualquer tipo de institucionalização.

Se encontrar alguma incorreção contacte-nos por favor.

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