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Todos Somos Outros – Um dia Especial na Gulbenkian

Todos somos outros

Todos Somos Outros é um dia especial dedicado à identidade, com várias atividades para todas as idades, que vai decorrrer na Gulbenkian a 3 de Dezembro.

Todos somos um mundo! Somos o resultado do que vivemos, de quem conhecemos, dos lugares por onde passamos.

Cada “outro” com quem nos cruzamos partilha connosco uma parte do seu mundo – afinidades, sonhos, experiências – e, por isso, somos todos parte de uma mesma grande vivência e somos todos espelhos uns dos outros.

Neste dia, dedicamo-nos à descoberta das identidades e da diversidade a partir de um conjunto de atividades para todas as idades.

Há tantas formas de dizermos quem somos!

No dia 3 de dezembro, a partir das 10:30, a Gulbenkian enche-se de atividades para todas as idades:

Macaquices ou o mundo ao contrário

Duas miúdas e um macaco propõem-se descobrir o espelho: entrar dentro dele e ver reflexos – pessoas duplicadas, caras enganadas, um mundo ao contrário.

 

 

Encontramos um objeto curioso e guardamo-lo no bolso. Objeto atrás de objeto, começamos uma coleção das coisas de que mais gostamos e que queremos guardar para sempre.

 

 

Máquinas de fazer retratos com desenhadores dentro! Só é preciso sentar-se, olhar-se ao espelho, descrever- se e esperar que o desenhador faça o retrato.

 

 

No século XX, assistiu-se em Portugal a uma notória participação das mulheres na vida artística, o que contribuiu para o alargamento do debate que se gerou em torno das questões plásticas e culturais.

 

 

Pedro e o Lobo – O Carnaval dos Animais

Sergei Prokofiev escreveu em 1936 a música e o texto para Pedro e o Lobo, designando a obra como um “conto musical para crianças”. Para além das sua qualidades musicais e narrativas, fornece aos jovens um meio atraente de aproximação musical aos instrumentos da orquestra.

 

 

Mando-te este jardim pelo correio. Aqui, poderemos encontrar- nos sempre que quisermos estar juntos. Basta fechar os olhos e imaginar. Será o nosso local de encontro secreto!

 

 

Quantas vezes levamos as mãos aos bolsos e encontramos pequenos objetos perdidos? Que coisas encontraríamos nos bolsos de um artista? De onde vieram esses objetos? Para que servem? O que dizem sobre cada um dos artistas?

 

 

Quantas vezes levamos as mãos aos bolsos e encontramos pequenos objetos perdidos? Que coisas encontraríamos nos bolsos de um artista? De onde vieram esses objetos? Para que servem? O que dizem sobre cada um dos artistas?

 

 

Ana Hatherly parte das iniciais do seu nome para desenhar uma escrita que se vai adensando ao longo das páginas do livro Escrita Natural. Tão ao jeito da artista, esta obra desenvolve-se em torno da ambiguidade entre a escrita e o desenho, uma reflexão do gesto da mão durante o ato de escrever.

 

À conversa com a curadora: nos espelhos da arte

Os conceitos «reflexão» e «profundidade» remetem para uma semântica material quando significam, respetivamente, espelhamento e fundura, e para uma semântica imaterial quando o primeiro traduz a ideia de pensamento e o segundo de densidade ou riqueza.

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