Contos baralhados: histórias que se ouvem, imaginam e constroem!
Histórias Magnéticas é um projeto dirigido à infância, criado em 2009 por Sérgio Pelágio, que combina música e literatura através da composição de bandas sonoras para histórias infantis. O resultado é uma experiência única de história-contada-concerto, com guitarra elétrica (Sérgio Pelágio) e voz (Isabel Gaivão), seguida de um ateliê participativo para o público.
Ao longo dos anos, o repertório das Histórias Magnéticas tem incluído contos de autores como Umberto Eco, Isabel Minhós Martins, Miguel de Cervantes, Babette Cole, Alice Vieira e Clarice Lispector. Desde 2019, o projeto integra também textos originais de Sérgio Pelágio, como é o caso de “Contos baralhados”, que agora se estreia em Lisboa, na Casa Fernando Pessoa.
“Contos baralhados” apresenta uma estrutura diferente, composta por doze micro-histórias independentes, com cerca de um minuto e meio cada. Inspiradas em situações inesperadas do quotidiano, estas pequenas narrativas atravessam sonhos, pensamentos e momentos aparentemente banais que, quando vistos com atenção, revelam um universo paralelo cheio de humor e surpresa. Neste mundo, cruzamo-nos com nadadores-voadores, ciclo-poetas, otorrinolaringologistas e até extraterrestres, numa viagem criativa que desafia a lógica e estimula a imaginação.
A sessão inclui também um elemento interativo: um jogo com 12 cartas ilustradas, que cada participante é convidado a ordenar enquanto escuta as histórias. A sequência escolhida serve depois de ponto de partida para uma conversa-ateliê, onde as ideias ganham forma e culminam na criação de um livro-harmónio.
Mais do que um espetáculo, “Contos baralhados” propõe uma experiência imersiva que incentiva a imaginação, a expressão e o pensamento crítico, convidando as crianças a participar ativamente na construção das histórias.
A apresentação de 18 de abril, na Casa Fernando Pessoa, assinala também o lançamento do livro e audiolivro “Contos baralhados”, editado pelas Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo. O projeto inclui ainda a divulgação online de doze filmes inspirados nestes contos, realizados por vários artistas, entre eles Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes. Toda a sessão contará com interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP).
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