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Músicas populares para cantarem aos vossos bebés

Músicas populares para cantarem aos vossos bebés

Músicas populares para cantarem aos vossos bebés

Quem não se lembra destas músicas?

Os bebés adoram música e adoram ouvir a mãe cantar. Instintivamente, vamos buscar as canções da sua infância. Só que… não nos lembramos das letras e acaba tudo em la la la!  Esta é a nossa experiência; também vos aconteceu? Para ajudar, reunimos os vídeos e as letras de algumas canções engraçadas para cantarem e brincarem com os vossos bebés.

Doidas Andam as Galinhas.


Doidas, doidas, andam as galinhas

Para por o ovo lá no buraquinho

Raspam, raspam, raspam

P’ra alisar a terra

Picam, picam, picam

Para fazer o ninho

Arrebita a crista o galo vaidoso có-có-ró-có-có feito refilão e todo emproado com ar majestoso é o comandante deste batalhão.

Era uma vez um cavalo.


Era uma vez um cavalo

Que vivia num lindo carrossel

Tinha orelhas espetadas

E o rabo era feito de papel

A correr (Tralalá)

A saltar (Tralalá)

Cavalinho nunca sai do seu lugar (Tralalá)

A correr (Tralalá)

A saltar (Tralalá)

Cavalinho nunca sai do seu lugar (Tralalá).

O pastorinho.


Havia um pastorinho

Que andava a pastorar

Saiu da sua casa

E pôs-se a cantar

Dó Ré Mi Fá Fá Fá

Dó Ré Dó Ré Ré Ré

Dó Sol Fá Mi Mi Mi

Dó Ré Mi Fá Fá Fá

Chegando ao palácio

A rainha lhe falou

Alegre pastorinho

O seu canto me agradou

Dó Ré Mi Fá Fá Fá

Dó Ré Dó Ré Ré Ré

Dó Sol Fá Mi Mi Mi

Dó Ré Mi Fá Fá Fá.

Papagaio louro.


Papagaio louro

de bico dourado,

leva-me esta carta

ao meu namorado.

Atirei O Pau ao Gato.


Atirei o Pau ao gato to to,

mas o gato to to, não morreu eu eu,

Dona Chica ca ca, assustou-se se se

Com o berro, com o berro

Que o gato deu, miauuu.

Sentada na Chaminé,

veio uma pulga, morder-me o pé,

Ou ela chora, ou ela grita,

ou vai-se embora, pulga maldita.

Brilha, Brilha lá no céu.


Brilha, brilha lá no céu

A estrelinha que nasceu

Logo outra surge ao lado

E o céu fica iluminado

Brilha, brilha lá no céu

A estrelinha que nasceu.

Come a papa, Joana, come a papa.


Come a papa, Joana come a papa

Come a papa, Joana come a papa

Joana come a papa.

1, 2, 3

Uma colher de cada vez

4, 5, 6

Era uma história de reis

E outra colher de papa.

7, 8, 9

Ainda nada se resolve

10, 11, 12

À espera que a mosca pouse

E outra colher de papa

13, 14 e meia,

A coisa não está tão feia. 15, 16, 17

Mais um pingo no babete

E outra colher de papa.

As pombinhas da Catrina.


As pombinhas da Catrina,

andam já de mão em mão,

foram ter à quinta nova,

ao pombal de S. João.

Ao pombal de S. João,

ao quintal da Rosalina.

Minha mãe mandou-me à fonte,

eu parti a cantarinha.

Ao passar o ribeirinho,

água sobe e água desce,

dei a mão ao meu amor,

não quiz que ninguém soubesse.

Se tu és o meu amor,

dá-me cá os braços teus,

se não és o meu amor,

vai-te embora, adeus, adeus.

Por ser o pombal tão estreito,

e asas termos pr’a voar,

nós voamos com tal jeito,

que não qu’remos já voltar.

Se alguém nos vê passar,

diz: que lindos que eles são;

nós não queremos já voltar,

mas andar de mão em mão.

Sem ter beira nem patrão,

o voar é nossa sina.

– vão andar de mão em mão,

as pombinhas da Catrina.

Bom barqueiro.


Bom barqueiro, bom barqueiro

Deixai-me passar

Tenho filhos pequeninos

Para acabar de criar

Passará, passará

Mas algum deixará,

Senão for a mãe da frente

É o filho lá de trás.

Três pombinhas a Voar.


Lá vai uma, lá vão duas,

três pombinhas a voar,

uma é minha, outra é tua,

outra é de quem a apanhar.

Sete e sete, são catorze,

com mais sete são vinte e um,

tenho sete namorados,

e não gosto de nenhum.

Minha machadinha.


Ah, Ah, Ah, minha machadinha

Ah, Ah, Ah, minha machadinha

Quem te pôs a mão, sabendo que és minha

Quem te pôs a mão, sabendo que és minha

Sabendo que és minha, também eu sou tua

Sabendo que és minha, também eu sou tua

Salta machadinha, para o meio da rua

Salta machadinha, para o meio da rua

No meio da rua, não hei-de eu ficar

No meio da rua, não hei-de eu ficar

Hei-de ir à roda, buscar o meu par

Hei-de ir à roda, buscar o meu par.

Fui ao jardim da Celeste.


Fui ao jardim da Celeste,

giroflé, giroflá,

fui ao jardim da Celeste,

giroflé, flé, flá.

O que foste lá fazer?

giroflé, giroflá,

O que foste lá fazer?

giroflé, flé, flá.

Fui lá buscar uma rosa,

giroflé, giroflá,

Fui lá buscar uma rosa,

giroflé, flé, flá.

Para quem é essa rosa,

giroflé, giroflá,

Para quem é essa rosa,

giroflé, flé, flá.

É para a menina (Maria),

giroflé, giroflá,

É para a menina (Maria),

giroflé, flé, flá.

Olha a bola, Manel.


O Manel tinha uma bola,

que rolava pelo chão

na calçada ela rebola,

deu-lhe uma dentada um cão

[refrão]

Olha a bola Manel,

olha a bola Manel

foi-se embora, fugiu

olha a bola Manel,

olha a bola Manel

nunca mais ninguem a viu

O Manel tinha uma bola,

mas por falta de atenção

lá deixou ele ir a bola

entre os dentes de um cão

O Manel tinha uma bola

mas agora não tem não

e a gente a ver se o consola

vai cantar esta canção.

Eu perdi o dó da minha viola.


Eu perdi o dó da minha viola

Da minha viola eu perdei o dó

Dormir é muito bom, é muito bom (bis)

É bom camarada, é bom camarada

É bom, é bom, é bom …

É bom

Dó – ré – mi – fá – sol – lá – si

(dormir – remar – miminho – falar – solzinho – lavar – silêncio).

Eu vi um sapo.


Eu vi um sapo,

Um feio sapo

Ali na horta,

Com a boca torta

Tu viste um sapo,

Um feio sapo

Tiveste medo,

Ou é segredo

Eu vi um sapo,

Com guardanapo

Estava a papar

Um bom jantar

Tu viste um sapo

Com guardanapo

E o que comia

E o que fazia

Eu vi um sapo

A encher o papo

Tudo comeu

Nem ofereceu

Tu viste um sapo

A encher o papo

E o bicharoco

Não te deu troco

Eu vi um sapo

Um grande sapo

Foi malcriado

Fiquei zangado.

A loja do mestre André.


Foi na loja do Mestre André

que eu comprei um pifarito,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Foi na loja do Mestre André

que eu comprei um pianinho,

plim plim plim, um pianinho,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Foi na loja do Mestre André

que eu comprei um tamborzinho,

tum tum tum, um tamborzinho,

plim plim plim, um pianinho,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Foi na loja do Mestre André

que eu comprei uma campaínha,

tlim tlim tlim, uma campainha,

tum tum tum, um tamborzinho,

plim plim plim, um pianinho,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Foi na loja do Mestre André

que eu comprei uma rabequinha,

Chiribiri-biri, uma rabequinha,

tlim tlim tlim, uma campainha,

tum tum tum, um tamborzinho,

plim plim plim, um pianinho,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Foi na loja do Mestre André

que eu comprei um rabecão,

Chiribiribão, um rabecão,

Chiribiri-biri, uma rabequinha,

tlim tlim tlim, uma campainha,

tum tum tum, um tamborzinho,

plim plim plim, um pianinho,

tiro, liro, lir’um pifarito,

Ai olá, ai olé,

Foi na loja do Mestre André. 2x

Que linda falua.


Que linda falua,

que lá vem, lá vem,

é uma falua,

que vem de Belém.

Eu peço ao Senhor Barqueiro

que me deixe passar,

tenho filhos pequeninos

não os posso sustentar.

Passará, não passará,

algum deles ficará,

se não for a mãe à frente,

é o filho lá de trás.

O cucu na floresta.


Estava na floresta

O cuco a cantar

Por trás duma giesta

Nós fomos escutar

Cu – cu, cu – cu, cu – cu,

Cu – ru, cu – cu

Cu – cu, cu – cu, cu – cu,

Cu – ru, cu – cu

A noite estava escura

Não havia luar

Ouvimos lá ao longe

O lobo a uivar

Aú – Aú – Aú – Aú – Aú

Aú – Aú – Aú – Aú – Aú

Do cimo de uma torre

Ouvia-se um piar. Atravessando o céu,

Uma coruja a esvoaçar:

Pi-ú, pi-ú, pi-ú, pi-ú, pi-ú. Pi-ú, pi-ú, pi-ú, pi-ú, pi-ú E ao romper do dia,

Um galo a cantar. Como o sino da igreja,

Todos vem despertar:

Co-có, co-có, co-có, co-ró, co-có Co-có, co-có, co-có, co-ró, co-có Descansada no campo,

Uma vaquinha a pastar. Erva verde e viçosa,

Para o leite nos dar:

Mu-mú, mu-mú, mu-mú, mu-ú, mu-mú. Mu-mú, mu-mú, mu-mú, mu-ú, mu-mú E ao longe um pastor,

A encosta vai subir Atrás do seu rebanho

De ovelhas a balir:

Me-mé, me-mé, me-mé, me-é, me-mé. Me-mé, me-mé, me-mé, me-é, me-mé Mas quando o sol se põe,

A aldeia vai dormir. E por entre o silêncio,

O grilo faz-se ouvir:

Gri-gri, gri-gri, gri-gri, gri-i, gri-gri. Gri-gri, gri-gri, gri-gri, gri-i, gri-gri.

Alecrim.


Alecrim, alecrim aos molhos

Por causa de ti

Choram os meus olhos

Ai meu amor quem te disse a ti

Que a flor do monte era o alecrim.

A Caminho de Viseu.


Indo eu, indo eu,

a caminho de Viseu,

Indo eu, indo eu,

a caminho de Viseu,

Encontrei o meu amor,

ai Jesus que lá vou eu,

Encontrei o meu amor,

ai Jesus que lá vou eu,

Ora zuz, truz, truz,

ora zás, traz, traz,

Ora zuz, truz, truz,

ora zás, traz, traz,

ora chega, chega, chega,

ora arreda lá p’ra trás,

ora chega, chega, chega,

ora arreda lá p’ra trás.

Ó rama, ó que linda rama.


Ó rama ó que linda rama

rama da oliveira

O meu par é o mais lindo

Que anda aqui na roda inteira

Que anda aqui na roda inteira

Aqui em qualquer lugar

Ó rama, ó que linda rama

Ó rama do olival.

Eu gosto muito de ouvir

Cantar a quem aprendeu,

Se ouvesse quem me ensinara

Quem aprendia era eu.

Ti’ Anica.


Ti’Anica, Ti’Anica,

Ti’Anica de Loulé,

a quem deixaria ela

a barra do cachiné?

Olé! Olá!

Esta moda não está má.

Olá! Olé!

Ti’Anica de Loulé.

Ti’Anica, Ti’Anica,

Ti’Anica da Fuseta,

a quem deixaria ela

a barra da saia preta.

Olé! Olá!

Esta moda não está má.

Olá! Olé!

Ti’Anica de Loulé.

Ti’Anica, Ti’Anica,

Ti’Anica d’ Alportel,

a quem deixaria ela

a barra do seu mantel.

Olé! Olá!

Esta moda não está má.

Olá! Olé!

Ti’Anica de Loulé.

Oliveira da serra.


Ó oliveira da serra,

o vento leva a flor.

Ó oliveira da serra,

o vento leva a flor.

Ó i ó ai, só a mim ninguém me leva,

Ó i ó ai, para o pé do meu amor.

Ó i ó ai, só a mim ninguém me leva,

Ó i ó ai, para o pé do meu amor.

Ó oliveira da serra,

o vento leva a ramada.

Ó oliveira da serra,

o vento leva a ramada.

Ó i ó ai, só a mim ninguém me leva,

Ó i ó ai, para o pé da minha amada.

Ó i ó ai, só a mim ninguém me leva,

Ó i ó ai, para o pé da minha amada.

A saia da Carolina.


A saia da Carolina

Tem um lagarto pintado

Sim Carolina ó – i – ó – ai

Sim Carolina ó – ai meu bem

Tem cuidado ó Carolina

Que o lagarto dá ao rabo

Sim Carolina ó – i – ó – ai

Sim Carolina ó – ai meu bem

A saia da Carolina

Não tem prega, nem botão

Tem cautela, ó Carolina

Não te caia a saia no chão

A saia da Carolina

Uma barra encarnada

Tem cuidado ó Carolina,

Não fique a saia rasgada

A saia da Carolina

da mais fina combraia

Tem cautela ó Carolina

Que o lagarto leva-te a saia

A saia da Carolina

Foi lavada com sabão

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